electroJulia


14/03/2006


Parênteses

Fiz um post por aqui, mas não vou mantê-lo na versão original. Sábado foi dia de encontrar malas, o que motivou certas divagações a respeito. Mas não as deixarei aqui. Idiotas não merecem destaque, mesmo que seja para falar mal.

Escrito por Julinha às 00h15
[ ] [ envie esta mensagem ]

13/03/2006


Parte um: Walk On!

Vamos blogar, vamos blogar, vamos blogar! E sem virar o disco! Siiiim, ainda  o show do U2. Não gostou? O "xis" no canto superior direito da página é serventia da casa. Ao post, pois!

Como assistir a um megashow e não gorfar na intenção

   Durante o mês de fevereiro, sem razão aparente, o vazio tomou conta de mim. E como tratei de preenchê-lo? Da maneira de sempre: comendo. Muito e errado. Saquinho sem fundo, mastigava o dia inteiro, na tentativa de aplacar uma fome insaciável. Detonei todas as guloseimas da geladeira, roubei o lanche dos aluninhos do atelier da mamma (sim!), me entupi de nescau puro (o pó de capuccino fez a gastrite voltar), de passatempo lanchinho, de Look Itamaraty, de barra ao leite Hersheys, de petit-four da Letícia, de petit-fourn da Elite das Perdizes,  de petit-four vagabundo da Covadonga, de batom Garoto, de Dadinho, de doces gigantes da Côco, Cravo e Canela, de kibe do Jaber, de McMix, de Sonho de Valsa Kibon, de palha italiana da Poli, de de esfiha do Jaber, de homus do Jaber, de porcariada do Habib's... A lista não vai mais ter fim, pois minha capacidade para torrar meus caraminguás em tranqueiras comestíveis é também infinita. Miraculosamente, mesmo com tamanho e inglório  "esforço", engordei apena UM quilo e MEIO. Não sei como tem gente que consegue chegar aos 150...

  No dia do U2, não foi diferente. Depois de tomar café da manhã, beliscar trocentos pães suecos, beber 5 litros de Clight morango-corante-puro  e almoçar feijoada, fui ao supermercado comprar comidinhas para o pós-apresentação e levei também um pacotinho de Trakinas -aquela bolacha hedionda em formato de rostinho feliz-, devidamente armazenado em minha barriga. Não contente, ainda tomei  lanche reforçado ao sair de casa, pois podia ter fome no estádio, né? Em plena arquibancada, cogitei imitar a comedida amiga Bibs, que placidamente devorava um cachorro quente, sua única refeição da tarde e da noite. Mas a vergonha na cara e a sanha de comer batatas fritas (que felizmente não existiam por lá) sensatamente me impediram de assassinar de vez a boa forma.

   Mas a gula é um dos sete pecados capitais, e justiça divina é feita em terra. Logo antes do show do Franz Ferdinand a dor no fundo do estômago começou, lancinante. Daquelas que te fazem deitar e colocar bolsa de água quente, se estiver em casa. O que definitivamente NÃO era meu caso. Havia o estádio, com seus 72.999 ocupantes e filas gigantescas nos banheiros químicos. Havia Bibs, a lírica em pessoa, a quem eu não pretendia alarmar. Mas havia também a náusea, que sucedeu a dor, e aumentava a cada minuto. A ponto de eu manter o saquinho plástico do gurada-chuva em punho, para a eventuaidade de chamar o Huuuuuuuugo ali mesmo.  

   "Era só o que me faltava na vida: morrer com essa grana para ver o show no vomitório". Impossibilitada de esconder o mal-estar, contei à Bibs o momento difícil pelo qual passava e combinei com ela o que fazer em caso de emergência. Preocupei a bichinha, mas foi bom. Após o desabafo o estômago deu trégua e me permitiu acompanhar a banda de abertura com certa tranquilidade, apesar de pouco conseguir falar e dançar.  Eu olhava os copinho vazios à minha frente com cobiça infantil.

   E eis que às 21:45, 15 minutos atrasado, U2 entrou efetivamente em minha vida, àquela altura francamente comprometida por uma náusea angustiante e um estômago que doía. Senti de perto o poder avassalador das grandes bandas de rock, as características quase divinas atribuídas ao Bono e cia. limitada. Tudo sem a menor lógica? Certamente. Mas uma coisa digo: o estômago parou de reclamar (tá bom, reclamou menos) tão logo os irlandeses pisaram o palco. A incorruptível Bibs estava ao meu lado e não me deixa mentir. Pude então desamarrar o burro, curtir o show e reservar minha cara de bosta apenas para quem merece     

Escrito por Julinha às 22h12
[ ] [ envie esta mensagem ]

02/03/2006


All that I can't leave behind...

Algumas coisas são maiores do que aparentam. Eu não era tiete do U2 quando adentrei o Morumba no dia 21/02 e eis-me aqui e agora, postando ao som do quarteto. (A quem interessar possa, a faixa é Numb). Ouvido péssimo que tenho, pela primeira vez prestei a devida atenção em canções há tempos conhecidas. E isso me fez gostar com toda alma do show que me deixou tão triste. Triste como jamais imaginei sair de uma apresentação de rock.

Mas como não entristecer diante da dor cantada em alto e bom som para quem queira ouvir? Como não entristecer diante da consciência de se estar só, inquestionavel e miseravelmente só, no mar de gente que povoa o estádio e a vida? Como não entristecer diante do vazio da minha própria insignificância?

Embalada pelo show, comprei mais Cds da banda. E eles me trouxeram de volta o dom do pranto, tão sem uso ultimamente. Ainda que apenas em sonho -por enquanto- choro, choro e choro minhas grandes perdas como nunca pude ou nunca consegui nos momentos devidos. As lagrimas às vezes escapam até em plena luz do dia. Ontem mesmo enxuguei os olhos no busão.

Pena eu não estar presente no primeiro dia, quando a banda tocou Stuck in a moment you can't get out of it, a música que eu mais gostaria de escutar. Li e ouvi uma saraivada de críticas a essa balada feita em homenagem ao  falecido vocalista do INXS. Meu recado ao coro do gargarejo: tu-do bobagem. Embora possa parecer auto ajuda, Stuck se aplica exata e perfeitamente a quem atravessa um momento, vamos dizer assim, crítico. E tenho dito.

Me despeço hoje então com um trecho dessa canção que adoro. Um trecho para você, que nunca lerá este blog ou qualquer outro texto meu, mas me acompanha silenciosamente pela vida afora. Um trecho para você, que infelizmente não conseguiu escapar do seu momento ruim e ficou preso nele para sempre. Tantos anos depois, digo agora aquilo que você não conseguiu escutar. Tomara que outros sejam capazes de entender o recado:

"And if the night runs over
And if the day won't last
And if our way should falter
Along the stony pass

And if the night runs over
And if the day won't last
And if your way should falter
Along the stony pass
It's just a moment
This time will pass"

**************************************

A vida não faz sentido sem um nó no peito.   

Escrito por Julinha às 15h12
[ ] [ envie esta mensagem ]

06/02/2006


As voltas que o mundo dá. Em tempos longínquos e perversos, meu desejo maior era ser bonita e querida. Quanto aos dotes físicos, eu teria de nascer de novo, mas quanto ao ser querida.... Hoje me senti amada como nunca. Pena não poder abraçar agora cada um dos responsáveis por esta deliciosa sensação. Love ya!

Escrito por Julinha às 23h33
[ ] [ envie esta mensagem ]

04/02/2006


Queridos

O excesso de bile às vezes nos faz carregar nas tintas. Meu super obrigada pelo carinho das amigas queridas que se preocuparam, mas está tudo bem comigo. Se alguns arrependimentos permanecem, grande parte da raiva já passou. Love ya, friends!

Escrito por Julinha às 02h03
[ ] [ envie esta mensagem ]

03/02/2006


Certos acontecimentos têm o poder de mudar tudo. De uma hora para para outra, o mundo à sua volta desmorona para nunca mais voltar a ser o mesmo. O botão do elevador, o papo com os amigos, o trajeto de casa para o trabalho, a família; a partir do instante fatal, mesmo os mínimos detalhes se tornam diferentes.

 E por que o nobre visitante têm de ler tudo isso? Simplesmete porque, assim como os mínimos detalhes da minha vida, também este blog adquiriu novos contornos. Quem me conhece sabe o quanto minha vida foi alterada por um acontecimento fatal. E uma conversa aparentemente banal me mostrou como nunca antes a tragédia que existiu em tudo aquilo. Meu enredo shakespariano particular.  Tudo  mudou e caíram por terra mesmo as certezas mais indiscutíveis. Aliás, certezas indiscutíveis não tenho mais nenhuma.

Sinto raiva de tantas atitudes que tomei, tenho raiva do conformismo que me dominou por anos e anos, abomino a cegueira que me impediu de enxergar tanto que havia ao meu redor. Sinto raiva da (in)justiça do mundo, que  produz coisas (aparentemente) boas que vem para o mal e males que definitivamente não vêm para o bem. Que raiva, que raiva. Não me iludam, companheiros. Estou sozinha. E nem posso chorar.

Escrito por Julinha às 01h23
[ ] [ envie esta mensagem ]

15/01/2006


Quando os grandes falam...

 

Vejam o que a rotina do working home faz: a tendência de vasculhar arquivos de blogs alheios. Eis aqui um post antigo do Em dia com a fome, uma das melhores opções da barrinha de links. Deleitem-se:

 

" Quem dá o significado das coisas e dos acontecimentos é a gente. A festa foi boa ou ruim se a gente se dispôs a curtir ou resolveu ficar parado no cantinho. A vida tem o tom que a gente dá pra ela.

Quem viveu intensamente é porque soube ser feliz nos momentos que teve. Quem desperdiçou a vida é porque escolheu fazê-lo.

Eu não sei viver intensamente — e muito menos escrever sobre isso."

Sábias palavras da Di. Como  apenas dos bons escritores, ela é capaz de expressar em substantivos, adjetivos e verbos exatamente aquilo que sentimos. Ler o blog dela_ meio largado ultimamente, diga-se_ me mostra o quanto eu preciso melhorar o conteúdo por aqui. Ao plágio, pois!  

Escrito por Julinha às 18h40
[ ] [ envie esta mensagem ]

11/01/2006


Promessa é dívida

Atendendo a pedidos, eis a parte publicável da minha wish list para 2006.Vamos ver quanto disto tudo eu conseguirei cumprir.

Neste ano eu quero...

::Ler um livro por semana.

:: Continuar a parder peso.

:: Acumular novas realizações e desafios profissionais, ganhando mais dinheiro por isso.

:: Viajar para o exterior.

::Viajar para o nordeste.

::Conhecer gente legal.

:: Tirar carta de motorista.

::Persistir em tudo que desejar.

::Encontrar bastante os amigos queridos.

:: Relegar certos indivíduos à sua merecida insignificância.

:: Lutar pelo outro mundo possível.

::Fazer o outro jornalismo possível.

::Ser mais tolerante com a família.

::Não sofrer por antecipação.

::Não ser pessimista.

::Ser capaz de modificar para melhor a vida de quem está ao meu redor.

:: Melhorar urgentemente o conteúdo do blog e, mais importante, não jogá-lo às traças.

Alguma sugestão?

 

Escrito por Julinha às 00h12
[ ] [ envie esta mensagem ]

09/01/2006


(Post gigantão só para dizer que voltei).

Estou de volta. Vamos blogar, vamos blogar, vamos blogar! Há tempos não sentia uma comichão tão enrome de escrever no meu cafofinho virtual. O ano novo já começou faz um tempinho, mas aproveito a ocasião para fazer um balanço de 2005 e escrever aqui algumas metas para 2006.

O trem para Berlim já passou, e 2005 me mostrou isso de forma definitiva. Não importa quanto tempo livre eu tenha, não será possível realizar certos desejos da vida que poderia ter sido e não foi. Paciência. As horas nuas apenas aumentam a solidão e o desengano. Não mais os dias, todos eles, passados integralmente na companhia dos mais queridos. Time it was, it was time. Mantive várias importantes parcerias e selei outras igualmente essenciais, porém hipcrisia e falsidade ainda ainsistem em gravitar à minha volta (e ainda acham que não percebo!!!!!!!!!!).

Em 2005 novamente tive a deliciosa sensação de realizar um sonho. O fim está no começo. Voltei para uma casa, no quarteirão onde nasci e para onde sempre quis voltar. Foi em 2005 também que reencontramos meu pai, após tsnto tempo de ausência.  Pois é, o trem para Berlim já era, há ainda muitos outros lugares para desbravar. Sempre é possível!

Abaixo, plagiando tantos e tantos blogueiros, coloco a wish list que elaborei para 2005, e também o que efetivamente consegui concretizar. Depois, mostro (algumas) das minhas metas para 2006.

No começo de 2005 eu queria...

::"Manter o que conquistei, e não arruinar, como equivocadamente  fiz em 2001, tudo de bom que construí". Posso dizer que quase consegui. Contabilizei várias conquistas importantes, mas o fantasma da auto-destruição sempre espreita.

 ::"Fazer tudo com muito mais afinco e consciência, ter metas mais claras e conseguir cumprir ao menos algumas delas. A principal de todas diz respeito à profissão, e mergulharei nela na próxima semana". Humm, também consegui, em termos. Me dediquei de corpo e alma a vários trabalhos, mas muitos outros projetos esperam uma mão bem mais firme a comandá-los.

:: "Não descuidar da alimentação e da balança. Abandonei o bom senso em 2004 e comi muito e errado. Ok, só ganhei uns três quilos, mas para uma baixinha do meu porte é demais. A maioria das minhas roupas está com um caimento ridículo." YES, venci. Quer dizer, sempre acho que tem quilinhos sobrando, mas após um tempão vendo o ponteiro se deslocar apenas para a direita, obriguei o dito cujo retroceder e voltei a caber nas minhas roupas. Mas ainda preciso me alimentar melhor.

::"Não deixar o mau-humor me dominar, outro grande problema de 2004. Aqui em casa eu passei uns bons tempos francamente insuportável". Fui menos mal-humorada que em 2004, mas nõa cheguei no patamar que desejo.

 ::"Ver o bumba-meu-boi em São Luís". Não deu. Mas eu vi o Bumba do Cupuaço na festa do Vera e foi demais.

:: "Ganhar um salário bom em um emprego bacana (sonhar não custa nada, hahahah!)". Com muita honra digo que consegui, em 2005 vieram minhas primeiras granas decentes, em trabalhos super legais. Fiz voto de pobreza e optei por ganhar menos, mas (ainda) estou satisfeita com esta opção.

:: "Saber tomar decisões de maneira mais sensata e ponderada. Cansei de sofrer com a sensação de ter feito uma escolha errada". Bom, acabo de concluir que decidir sempre será compkicado para mim. 2005 foi um ano d eimportantes escolhas e estou em paz com elas, ao menos por enquanto.

 ::"Ser uma pessoa mais legal e solidária, com as pessoas próximas ou não tão próximas".  Pulo essa.

 

A wish list de 2006 fica para depois. Não vou matar ninguém de fome em frente ao PC. Caso eu ainda tenha leitores, welcome back!

 

 

Escrito por Julinha às 21h33
[ ] [ envie esta mensagem ]

04/10/2005


 

 

... e passaram-se quatro anos. Quatro anos de uma conversa que mudou a vida. De um choro represado que escapou, mas depois daquela vez nunca mais foi ouvido, infelizmente. Foi naquela madrigada do dia 3 para o 4 de outubro, no meio daquele pranto chateado, que srgiu electroJulia tal como a conhecemos. Quatro anos... Um período tão cheio, e paradoxalmente tão vazio. Lembro-me das várias coisas que aconteceram, porém aquilo que não me aconteceu segue atormentando muito mais. Como daquela vez, o nada está de volta. electroJulia mudou muito, distribui seus sorrisos por aí, mas a mão pesada das horas nuas machuca cada vez mais.

 

Escrito por Julinha às 01h00
[ ] [ envie esta mensagem ]

14/09/2005


::Minha nossa, quanto tempo sem escrever aqui! Parafraseando veríssimo, anda faltando coragem e sobrando covardia até para ser feliz. E como. O inconsciente não perdoa, e joga na cara aquilo que às vezes tanto procuramos evitar. Digo isso pois passei vários dias com uns sonhos um tanto quanto contundentes, por assim dizer. Do caixa de banco aos meus grandes amigos, todos tinham a mesma bronca para me dar : "Mas você abriu mão de tudo mesmo? Sua louca!". Nos meus delírios madrugada adentro, até jornalista com quem eu fazia follow-up repetia o bordão, porém de maneira (ainda) menos educada. But, "all things must pass". E por incrível que pareça, passaram mesmo. Ando até sonhando de maneira diferente. O duro é esse frio que me deixa tão sem ânimo para sair de casa.

:: Ainda há motivos para crer que o mundo pode ser um lugar melhor. Após descer do busão, espero o sinal abrir para enfim conseguir atravessar a Faria Lima, pertinho do largo da batata. Sob um sol escaldante, o homenzinho parece levar horas para enfim ficar verde. Eis que um rapazinho -aluno do colégio Santa Cruz e meu comapanheiro de busão-   põe a mão nos meus ombro e pergunta se eu quero de ajuda para atravessar a rua. Disparo um incrédulo "Imagina!", e o guri então  responde  que " não tá passando nenhum carro...". Eita povo apressadinho, sô. Por me ver  de óculos escuros, esperando pacientemente o sinal abrir, mesmo sem nenhum veículo passando na avendida, o gurizinho pensou que eu fosse cega. Fofo! Mas sou uma cagona de plantão, e aquele cruzamemento é perigoso. Não dá para burlar o sinal de jeito nenhum.  

:: Inspiração não é banana, que plantando dá, quá, quá, quá, quá, quá!

Escrito por Julinha às 02h23
[ ] [ envie esta mensagem ]

23/08/2005


sö para o blog não morrer

Fiz um post legal e a p*** do UOL apagou. Pelo menos, a partir de agora não faltarão oportunidades para escrever outros.

Escrito por Julinha às 00h33
[ ] [ envie esta mensagem ]

15/08/2005


Embora corresponda 1% de todos os novos casos de neoplasias malignas, a representatividade do câncer infantil no contexto das moléstias da infância e adolescência é das mais expressivas. Alia-se à ocorrência o fato de que muitos e bem sucedidos programas de tratamento, em geral de longa duração, determinam um número crescente de crianças e jovens que, ao mesmo tempo, encontram-se em tratamento oncológico. As expectativas de cura que, em termos genéricos, superam 60% fazem com que cada vez mais adultos jovens sejam egressos do tratamento de câncer infantil.

Estima-se que, em 2000, um em cada 900 adolescentes e adultos jovens tenha sido sobrevivente do câncer infantil. Busca-se, então, fazer com que todos os brasileiros tenham acesso a este incrível progresso. Assim como, cada vez mais, que os ex-pacientes sejam indistinguíveis da população, compartilhando as mesmas oportunidades, as mesmas expectativas e os mesmos sonhos. As informações aqui contidas permitem conhecer um pouco deste universo, as razões de seu fascínio e o quanto é injustificável o pensamento fatalista que ainda permeia muitas mentes, médicas e leigas.

 

A partir de hoje, meu novo trabalho: www.oncopediatria.org.br . Valeu, Dot Members do meu coração. Isso jamais seria possível sem a força, a confiança e o incentivo que recebi de vocês. Muitíssimo obrigada por tudo de bom que sempre me proporcionaram. Podem contar comigo SEMPRE.

Escrito por Julinha às 23h24
[ ] [ envie esta mensagem ]

29/07/2005


SEM TEMPO PRA POSTAR

Digo apenas uma coisa: tem novidade no caminho...

Escrito por Julinha às 13h05
[ ] [ envie esta mensagem ]

15/07/2005


Galera, falta tempo para escrever aqui. Só digo uma coisa: a FLIP foi ÓTIMA, bem melhor que o ano passado! Vi muitos autores bons, valeu realmente a pena. Melhores palestras: Ariano Suassuna, Salman Rushdie e Orhan Punik + Alberto Mussa. Ver o José Latour chorando por Cuba também foi emocionante. Aguardem mais detalhes.  E hoje tem Avenida Dropsie no Sesi. Aguardem detalhes tambem.

Escrito por Julinha às 13h21
[ ] [ envie esta mensagem ]
Busca na Web: